Filmes de ficção sempre permearam nossa imaginação ao longo das décadas, permitindo que sonhássemos com ambientes futuristas, robôs inteligentes e carros voadores. Mas o fato é que muito desse chamado “futuro” já existe e faz parte do nosso dia a dia. Áreas como a educação, por exemplo, vêm colhendo frutos promissores com as novas tecnologias, melhorando a experiência de aprendizado dos estudantes.

Veremos a seguir alguns exemplos de como a inteligência artificial pode ser aplicada para o aperfeiçoamento do ensino como um todo:

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FERRAMENTAS CUSTOMIZADAS DE ENSINO

Existem cada vez mais ferramentas que adaptam o conteúdo aplicado ao ritmo do aluno. Programas, jogos e softwares de aprendizado cumprem bem a tarefa de destacar temas em que o aluno sente mais dificuldade, deixando-o mais à vontade quanto ao ensino e estimulando-o a progredir através da gamificação.
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MENOS AVALIAÇÕES, MAIS TEMPO DE ENSINO


MENOS AVALIAÇÕES, MAIS TEMPO DE ENSINO
Embora não substitua totalmente o conhecimento, a interação e a sensibilidade dos professores, a AI vem aos poucos avançando na tarefa de classificar alunos dando notas a questões de múltipla escolha e, até mesmo, dissertativas. Com as máquinas realizando esse papel, o professor fica livre para investir seu tempo reforçando temas deficientes em atividades diversas.
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INTERAÇÃO COM A INFORMAÇÃO

Sistemas cada vez mais inteligentes direcionam o tipo de conteúdo que vemos na web conforme um determinado perfil, localização ou hábitos de navegação, adaptando, por exemplo, resultados de busca ou anúncios dirigidos. Com a educação isso também se aplica, sobretudo em relação a ferramentas de pesquisa por parte dos alunos. O modo como eles interagem com esse conteúdo certamente será diferente da experiência das gerações passadas, tendo um alcance e assertividade muito mais efetivos.
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MAIOR LIBERDADE PARA ERRAR E APRENDER COM OS ERROS.

Embora existam diferentes linhas educacionais, o aluno reage de forma diferente quanto a seus erros e acertos. E esse tipo de julgamento muitas vezes pode criar cenários constrangedores ou de intimidação quando o aluno é confrontando com o professor ou outros alunos. A AI pode oferecer sistemas de aprendizado e avaliação em ambientes mais livres, de tentativa e erro, permitindo que o aluno erre sem o sentimento de culpa.

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O PROFESSOR COMO FACILITADOR


O PROFESSOR COMO FACILITADOR
Nada substituirá o papel do educador, sua interação humana, troca de experiências ou sensibilidade de conhecer seus alunos e estimulá-los através de atividades dirigidas. No entanto, novos sistemas inteligentes podem atuar no sistema de notas, tirar dúvidas via chatbots, dar suporte em aulas particulares ou tutoriais para melhorar o rendimento dos alunos. Caberá ao professor atualizar-se quanto a essas novas tecnologias, orientando-os às
melhores soluções, complementando aquilo que julgar necessário para seu aprendizado.
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FEEDBACKS IMEDIATOS

Sistemas inteligentes online podem corrigir eventuais lacunas na explicação, avisando professores quando um grande número de usuários erra uma determinada questão ou sente dificuldade para resolvê-la. Com isso os professores podem rever o conteúdo dado em sala de aula, aprimorando suas habilidades de ensino.
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RECOMENDAÇÃO EDUCACIONAL

Assim como já trabalham empresas como a Amazon e a Netflix, sistemas inteligentes podem fazer recomendações de instituições de ensino para futuros estudantes com base na coleta de dados relacionados ao seu perfil, interesses pessoais e aspirações. Essas informações podem orientá-los a encontrar os melhores cursos e a melhor experiência de ensino com base em suas necessidades. Já falamos sobre recomendação nesse tópico, vale a pena dar uma lida.