O senso comum aponta que em épocas de crise a primeira coisa que sentimos é a falta de interesse e motivação para investir em projetos inovadores. Mas é justamente nessa fase que eles ganham maior destaque, tornando as pessoas mais receptivas a experimentá-los.

Você já pensou em utilizar a criatividade como ferramenta estratégica para os negócios? Ela pode estar presente em qualquer atividade, gerando modelos econômicos mais adaptáveis a cenários de poucos recursos, otimizando investimentos para maior eficiência na entrega de produtos e serviços. É a chamada Economia Criativa.

Geração de valor

Graças ao Design Thinking, cujos passos são simples de se implementar, as empresas conseguem gerar ideias e adotá-las em seus modelos de negócio. Mas isso requer tempo, pesquisa e planejamento. Soluções em Economia Criativa não nascem do dia pra noite, no entanto, com métricas bem trabalhadas acabam produzindo resultados amplamente satisfatórios.

A etapa de imersão em Design Thinking acaba favorecendo a implementação da Economia Criativa, pois nessa fase é possível estudar e compreender o contexto da empresa para, em seguida, idealizar soluções que se adequem à sua realidade.

Muita gente ainda acha que a criatividade é uma qualidade exclusiva de profissionais de agências de publicidade e áreas afins. Ledo engano. Ela está presente em todo e qualquer lugar através de ideias que geram valor para as empresas e investidores.