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Adaptar-se para (se) transformar. Com a chegada de novas tecnologias (realidade virtual e aumentada, internet das coisas, tecnologia híbrida, inteligência artificial, etc.) surge um termo que vem se mostrando um divisor de águas para o jeito de fazer negócios no Brasil e no mundo: a disrupção digital.

Disrupção Digital é uma expressão que faz referência a uma evolução tecnológica que supera uma tecnologia ou modelo de negócio já existente, mudando a forma de relacionamento entre marcas e indivíduos e agregando maior valor à experiência.

Aplicativos de transporte privado urbano, armazenamento e compartilhamento de arquivos em nuvem, serviços de streaming que disponibilizam músicas e filmes em diversas plataformas são alguns dos exemplos de disrupção digital, que transformaram a indústria e ampliaram a competitividade com os chamados serviços convencionais.

Ao mesmo tempo em que existe ainda certa resistência nas empresas para se adequarem à Transformação Digital, fica cada vez mais claro que quem ignorar essas mudanças perderá ótimas oportunidades de flexibilizar negócios e obter ganhos importantes.

Importante salientar, entretanto, que há uma grande diferença entre a disrupção digital em sua essência e a simples “conversão” de negócios do mundo offline para o online. Se o jeito de pensar a estratégia não mudar, de nada adiantarão seus investimentos. Lembre-se que um simples aplicativo bonitinho que facilita a vida de seus usuários em um serviço tradicional, e não estabelece um novo relacionamento conforme seu padrão de consumo, é apenas um aplicativo bonitinho que ficará ocupando a memória mobile de armazenamento.  

Mas, então, como dar os primeiros passo rumo à disrupção digital?

Analise seu produto ou serviço. Ele tem o potencial para ser digital? Invista esforços para remodelar seu modelo de negócio baseado em uma mudança de cultura da inovação, envolvendo e integrando lideranças e colaboradores.

Analise padrões. Enxergue mudanças que possam estar acontecendo entre as pessoas ao seu redor. Quais seus hábitos, como interagem com as novas tecnologias, o que elas esperam das marcas? Compartilhe questionamentos com grupos de pessoas com perfis variados. Quanto maior o diálogo à cultura de inovação, melhor a busca por soluções que atendam às novas necessidades que estão surgindo.

Fique de olho nas tendências. Apoie-se em fontes confiáveis que apontem tendências comportamentais. Uma vez mapeada essa tendência, e com o estudo aprofundado nas novas tecnologias, fica mais fácil estruturar um novo modelo de negócio inteiramente digital para seus clientes/usuários.

Todos esses desafios podem ser analisados a partir do ponto de vista de seus clientes. Além do exercício da empatia, recomendamos também que você aplique a metodologia de Personas para impactar seus clientes com novas ideias de uma maneira assertiva.