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Se tivéssemos que eleger a matéria prima mais valiosa atualmente, a resposta não poderia ser outra: A informação.

Assim como o petróleo foi um dos grandes responsáveis pelo crescimento econômico dos países durante a segunda revolução industrial, a informação é hoje o recurso mais poderoso dos mercados. Não é por acaso que as empresas mais fortes listadas no mundo estão nesse bolo, como Google, Amazon, Apple, Facebook, Microsoft…

Repare bem quantas vezes ao longo do dia você utiliza alguma plataforma desses gigantes da informação. Incontáveis, não é mesmo? Navegar por esses sites já virou parte da sua rotina.

Com isso, praticamente todas as atividades do seu dia são captadas de forma digital. Seus dados são utilizados para gerar ainda mais recursos dessas mesmas plataformas. Uma espécie de retroalimentação digital capaz de desenvolver uma Inteligência Artificial, que por sua vez consegue prever padrões de comportamento em múltiplas áreas do conhecimento.

Quem imaginaria que as máquinas pudessem, por exemplo, prever o potencial de compra de futuros clientes e, até mesmo, o risco de uma pessoa ficar doente? Pois elas podem.

Quanto maior a coleta de dados, maior a qualificação de consumidores e melhor a possibilidade das empresas oferecerem produtos e serviços adequados a eles, numa escala de personalização que aumenta a cada instante. Dessa forma, os modelos de negócio se transformam e devem ser revistos. Soluções que cumpriam bem seu papel há 5 anos ou menos já são pouco efetivas.

Pensar de forma digital vai muito além de repaginar seu site ou desenvolver aplicativos. É reinventar a roda novamente (e quantas vezes mais forem precisas), aplicando-se a metodologia certa, os recursos mais atuais e as pessoas mais preparadas.

Se a inovação não fizer parte dessa nova cultura organizacional, sua empresa corre o sério risco de ficar para trás. Por outro lado, quem souber investir nessas novas tecnologias sairá na frente e estará mais preparada para buscar ganhos em eficiência, processos produtivos, relacionamento com consumidores, entre outras conquistas.

E você? Vai ficar de fora dessa revolução digital?